Supervisão e medidas preventivas são essenciais para evitar acidentes em piscinas, rios e praias.
Foto - Reprodução intenet
Férias escolares, calor intenso e a busca por diversão em clubes, praias e rios! É assim que muitas famílias estão aproveitando a estação mais quente do ano. Mas atenção: o Corpo de Bombeiros faz um alerta importante para evitar tragédias, principalmente envolvendo crianças. O risco de afogamento é real e exige cuidados redobrados, especialmente em regiões como o oeste paulista, onde represas, rios e lagos são destinos populares.
O Corpo de Bombeiros explica que os afogamentos podem ser classificados em seis graus, indo de aspiração leve de água (grau 1) a parada cardiorrespiratória (grau 6). Mesmo casos leves, como tosse após uma pequena aspiração, não devem ser ignorados, pois podem evoluir para algo mais grave.
Cuidados devem ser redobrados!
Crianças nunca devem ficar sozinhas em ambientes aquáticos;
Piscinas devem ser cercadas ou cobertas quando não estiverem em uso;
Evitar correria nas bordas de piscinas para prevenir quedas e lesões;
Em rios e lagos, seguir a regra "água no umbigo é sinal de perigo", evitando águas acima da cintura. E sempre priorizar locais com guarda-vidas, que têm visão privilegiada para identificar riscos.
Nos rios da região, como o Rio Paraná, o vento sul pode provocar ondas e alterar as condições da água, aumentando os riscos. Segundo o Corpo de Bombeiros, é importante avaliar as condições do local antes de entrar na água e seguir todas as orientações de segurança.
Entre janeiro e junho, Oeste Paulista registra 131 acidentes envolvendo estruturas de energia, provocando interrupções no fornecimento e mobilização das equipes da concessionária
Fogo de grandes proporções mobilizou equipes da Defesa Civil, espalhou fumaça por diversos bairros, mas ninguém ficou ferido; causas ainda são desconhecidas
Concessionária identifica 202 casos de irregularidades no primeiro semestre deste ano; volume desviado seria suficiente para abastecer 4 mil famílias durante um mês
Meses entre junho e outubro são considerados de maior risco para queimadas devido à baixa umidade e à escassez de chuvas no Estado de São Paulo
Nova portaria define critérios para erradicação, revisa posicionamento dos municípios e atualiza normas para transporte interestadual visando combate ao HLB/Greening