Seis organizações manifestaram interesse no gerenciamento das unidades prudentinas.
O Governo do Estado de São Paulo finalizou o processo de convocação pública e definiu a Associação Lar São Francisco de Assis na Providência de Deus como a nova gestora de quatro unidades de Saúde em Presidente Prudente. O anúncio foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (28).
A entidade, que já administra o Hospital Regional (HR) e o AME, continuará à frente dessas unidades e assumirá também a gestão do Hospital Maternidade Estadual "Dr. Odilo Antunes de Siqueira" e do Centro de Reabilitação da Rede Lucy Montoro, cuja inauguração está prevista para os próximos meses.
Com sede em Jaci (SP), a Associação Lar São Francisco está presente em diversos estados brasileiros, incluindo Goiás, Paraná, Ceará, Pará e Rio de Janeiro. Na região, também é responsável pelo Hospital Regional de Porto Primavera, em Rosana, e pela Santa Casa de Adamantina.
Seis organizações manifestaram interesse no gerenciamento das unidades prudentinas. No entanto, conforme o parecer da Comissão de Avaliação Técnica, três entidades — Fundação Agripino Lima, Beneficência Hospitalar Cesário Lange e Instituto Diva Alves do Brasil — não enviaram a documentação exigida no edital, sendo desclassificadas.
Dentre as candidatas restantes, apenas a Associação Lar São Francisco cumpriu integralmente os requisitos do edital e atendeu às exigências do Departamento Regional de Saúde de Presidente Prudente.
Os contratos de gestão serão formalizados com a Secretaria de Estado da Saúde nos próximos dias.
Entre janeiro e junho, Oeste Paulista registra 131 acidentes envolvendo estruturas de energia, provocando interrupções no fornecimento e mobilização das equipes da concessionária
Fogo de grandes proporções mobilizou equipes da Defesa Civil, espalhou fumaça por diversos bairros, mas ninguém ficou ferido; causas ainda são desconhecidas
Concessionária identifica 202 casos de irregularidades no primeiro semestre deste ano; volume desviado seria suficiente para abastecer 4 mil famílias durante um mês
Meses entre junho e outubro são considerados de maior risco para queimadas devido à baixa umidade e à escassez de chuvas no Estado de São Paulo
Nova portaria define critérios para erradicação, revisa posicionamento dos municípios e atualiza normas para transporte interestadual visando combate ao HLB/Greening