Ocorrência foi registrada após denúncia anônima
A Polícia Militar Ambiental apreendeu armas de fogo e acessórios, nesta terça-feira (6), em Presidente Prudente. De acordo com a polícia, o suspeito de ser proprietário do material é um homem de 33 anos.
Uma denúncia anônima informou que o proprietário de uma casa no Bairro Itaú mantinha armas de fogo no local. Agentes da Polícia Militar Ambiental foram até o local e fizeram contato com o morador.
Ao ser informado da denúncia, o homem afirmou que seu filho, de 33 anos, realiza manutenção em armas, no entanto, ele não estava em casa.
Foram realizadas buscas domiciliares, porém nada foi encontrado.
Em seguida, a PM subiu no telhado da residência e encontrou uma carabina de calibre 22, uma espingarda cartucheira de calibre 16, uma escopeta de calibre 12, um silenciador e uma luneta. Os objetos estavam sobre o rufo de zinco da clarabóia da lavanderia.
O morador e os armamentos foram encaminhados para a Delegacia Participativa. O homem foi ouvido e liberado em seguida.
Foi instaurado em nome do filho do proprietário da casa um inquérito por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Os materiais ficaram apreendidos na delegacia.
Investigados se comprometeram a ressarcir integralmente empresa de sementes em quatro parcelas; inquérito policial continua em andamento na cidade de Pirapozinho e será encaminhado à Justiça
Doutora Iêda Maria Cavalli de Aguiar Filgueiras, em entrevista ao Jornal da Manhã, da 101 FM, ressalta que boletins ajudam as forças de segurança a dimensionar os casos e destaca ampliação dos canais de atendimento na região
Crime ocorreu durante madrugada deste domingo, no Parque dos Resedás e rapaz foi sepultado, nesta segunda-feira, no Cemitério Municipal São João Batista; segunda vítima segue internada na UTI do HR
Outros dois filhos, de 9 e 7 anos, conseguiram sobreviver, foram levados ao plantão policial e receberam atendimento do Conselho Tutelar; Polícia Científica realizou perícia no local
Ferro-velho, que fica no Jardim Monte Alto, era utilizado como ponto de recebimento de produtos públicos de origem ilícita, que posteriormente eram encaminhados em caminhões para Estado do Paraná